segunda-feira, 25 de maio de 2015

Desintoxicação Evangélica Institucional




Desintoxicação Evangélica Institucional
Por Fernando José


É disso que precisamos: ‘Desintoxicação Evangélica Institucional’. Precisamos passar a fase do alucinógeno, daquilo que nos envenena. É preciso superar essa fase excitante da entorpecência gospel nacional.  Atualmente, no cenário cristão protestante, se faz necessário entender:

1)   Que a denominação, o templo, a convenção e outros afins, são apenas ínfimos itens que não estão em pé de igualdade com o organismo vivo (Igreja de Cristo).

2)   Que o verdadeiro adorador não está nos limites da localização, nem da nossa tradição.

3)   Que a vitória, que tem “Sabor de Mel”, deve ser compartilhada, e não exibida como troféu diante dos ‘incrédulos’, ‘murmuradores’, etc.

4)   Que a nossa posição atual não é de bom samaritano, nem de estrangeiro de fé e devoção, mas de advogados e doutores insensíveis que vivem perturbando aquilo que é de Cristo.

5)   Que esse crescimento desordenado de denominações evangélicas e o achar que “a minha placa é melhor que a do fulano” fazem parte de um comportamento complementar daquelas brigas adquiridas, vivenciadas e aplaudidas pelos discípulos do pré-pentecostes.

6)   Que estamos mais parecidos com aquele louco do celeiro abundante do que com um discípulo de Cristo em amor e atitudes.

7)    Que a nossa estratégia de ganhadores de bolso e de carteira (digo, de almas) leva-nos, de forma contínua, a um abismo profundo.

8)   Que devemos ouvir as pedras que clamam (os profetas estrangeiros), tipo Falcão: “porque homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e...” pregador da Palavra é pregador da Palavra, sem peripécias circenses e sem engano para com os leigos.






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