sábado, 3 de outubro de 2015

Comunidade Evangélica dos Espinhos




A Comunidade Evangélica dos Espinhos, diferente das demais comunidades, não possui um número único no CNPJ, mas, consta nos autos que sua identidade é verídica e sua data de abertura tem registro (Marcos 4. 7, 18, 19), assim como sua atividade e natureza.
Sua sede está localizada na Cidade Roseira Brava, no Bairro da Sarça, na Rua dos Espinhos.
A CEE é mais uma daquelas comunidades que ouvem, gostam e se interessam pela Palavra! Na realidade, na CEE, quem não gosta da Palavra ou é doente da cabeça ou não é de fé!
A Comunidade Evangélica dos Espinhos ouve a Palavra e cresce galgando níveis, erguendo-se, escalando na Palavra, pela Palavra. E junto com ela os anfitriões do lugar: os espinhos. É... Os espinhos levantam-se junto com a CEE, os espinhos levantam-se junto e contra a CEE! A CEE escala, os espinhos também... Estão pareados!
E nesse ínterim, a CEE cresce em diferentes direções, ela é atraída para a diversidade, em síntese, se distrai. Desvia-se pela e para a preocupação, digo, preocupações! E quem não tem preocupações hein?
Comer, beber, vestir...
Comer bem, beber bem, vestir bem...
Comer super bem, beber ultra bem, vestir mega bem...
Ufa!
E lá vai a CEE, com esforços e mais esforços, lançando campanhas e mais campanhas: portas, chaves e milagres! Vitória! Virada! Triunfo! É hoje o dia, receba...! E nesse engano, vem quem quer, engana-se quem quer... Ludibriado será quem quiser.
Falsa aparência.
Ilegítima impressão.
Quem quer ser tapeado pelos trapaceiros comerciantes da fé?
Os irmãos da CEE cresceram em meio à sedução, e, seduzidos, seduzem aqueles que se deixam seduzir!  Seduzir pela amplitude não ampla, pela abundância 'desambundante', pelo enriquecimento.
Trabalhar e desejar honestamente são uma coisa, outra é esse desejo mau e ardente. Ardência e ansiedade que rodeiam aqueles que dizem (indo aos templos): - Vou buscar a minha benção! E nessa ambição já não se fala mais em Deus, Cristo, Coisas do Espírito, unidade, amor, fé, social... Tudo é revertido para os templos, sim, os templos dos que buscam a benção no templo!
Anseio insaciável pela benção, pela riqueza. A cobiça posta no coração, futuros afetados, destinados a invejar, invejados do porvir. A CEE está concorrendo ao ‘Troféu Infrutífero’! Continuarão subindo sem produção, crescendo sem proveito. A Palavra ouvida e negada dá lugar ao fingimento.
E, no capítulo final, sobra rejeição, maldição, queima...


Por Fernando José.



A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Blog O Inconformista.





quarta-feira, 8 de julho de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015

O CRISTÃO, O DINHEIRO, O TRABALHO E A HONESTIDADE




"Honestidade nunca será demais, sua moral não se ganha, se faz".
(Música: Pânico na Zona Sul do grupo brasileiro de rap Racionais MC's) 



O CRISTÃO, O DINHEIRO, O TRABALHO E A HONESTIDADE.

Por Fernando José

Até onde vai a honestidade? A nossa honestidade é a honestidade bíblica?

Então vamos de exemplo: De forma honesta, trabalho de domingo a domingo sem dá descanso a mim mesmo, sem dar a atenção devida à minha família, sem "ligar" pra ninguém. Nessa minha honestidade, eu, que deveria mostrar princípios cristãos, deixo de lado o meu devocional com Deus... A maioria do trabalho honesto que vejo é assim: Não cresce roubando, mas em compensação deixa-se um rastro de destruição indizível... Deixam-se marcas em pessoas e eventos... Há um sacrifício um tanto desnecessário!

O trabalho honesto visa o equilíbrio, suprimento de necessidades, que é diferente de ostentação. Trabalhamos honestamente para fugir da pobreza e do enriquecimento ilícito. Analisemos o que é honestidade, não vamos confundir as coisas...

A honestidade é contrária à malandragem ou fraude. Desse modo, está complicado saber quem verdadeiramente tem princípios cristãos dentro do trabalho nosso de cada dia, já que a maioria esmagadora dos cristãos se envolve no "jeitinho brasileiro" de ser no sistema trabalhista.

Fraude em documentos, fraude nos prazos, malandragem no serviço (o popular nó cego). Como cristãos fazemos tudo isso - quanto mais é promovido, mais propenso ao erro. Não roubamos à mão armada, mas mesmo assim, nessa "nossa honestidade", somos desonestos.

Nesse nosso cristianismo hodierno, longe do Cristo, o que entendemos por "honestidade"?

Por Fernando José


terça-feira, 26 de maio de 2015

O louvor Liberta? [Minha simples resposta]



O louvor Liberta? 

Minha simples resposta: 

A Palavra liberta, Cristo é a Palavra (o Verbo)! A Palavra cantada é diferente do que entendemos como louvor hoje... E, o verdadeiro louvor, na real, é divulgar, expor sobre, anunciar... O que é diferente de cânticos! Dizer que nossos supostos louvores "liberta" é no mínimo falta de entendimento. Vamos cantar em vez de pregar, falar ou ensinar? Não faz sentido essa expressão, muito arcaica e demonstra desinteresse pela Bíblia. Abramos nossas mentes e vamos parar de sermos levados por qualquer expressão medíocre que aparece nos nossos arraiais... 
Tem que ter Bíblia - Palavra de Deus - no "louvor". Que os nomeados "levitas" endireitem seus caminhos e cantem para Deus, deixando de egoísmo, egocentrismo, materialismo, misticismo, humanismo e outros "ismos"... Também é necessário uma posição em relação aos que ouvem os "levitas": - Não se enganem, sejam críticos, céticos se possível, para glória dEle! 

Fernando José 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Desintoxicação Evangélica Institucional




Desintoxicação Evangélica Institucional
Por Fernando José


É disso que precisamos: ‘Desintoxicação Evangélica Institucional’. Precisamos passar a fase do alucinógeno, daquilo que nos envenena. É preciso superar essa fase excitante da entorpecência gospel nacional.  Atualmente, no cenário cristão protestante, se faz necessário entender:

1)   Que a denominação, o templo, a convenção e outros afins, são apenas ínfimos itens que não estão em pé de igualdade com o organismo vivo (Igreja de Cristo).

2)   Que o verdadeiro adorador não está nos limites da localização, nem da nossa tradição.

3)   Que a vitória, que tem “Sabor de Mel”, deve ser compartilhada, e não exibida como troféu diante dos ‘incrédulos’, ‘murmuradores’, etc.

4)   Que a nossa posição atual não é de bom samaritano, nem de estrangeiro de fé e devoção, mas de advogados e doutores insensíveis que vivem perturbando aquilo que é de Cristo.

5)   Que esse crescimento desordenado de denominações evangélicas e o achar que “a minha placa é melhor que a do fulano” fazem parte de um comportamento complementar daquelas brigas adquiridas, vivenciadas e aplaudidas pelos discípulos do pré-pentecostes.

6)   Que estamos mais parecidos com aquele louco do celeiro abundante do que com um discípulo de Cristo em amor e atitudes.

7)    Que a nossa estratégia de ganhadores de bolso e de carteira (digo, de almas) leva-nos, de forma contínua, a um abismo profundo.

8)   Que devemos ouvir as pedras que clamam (os profetas estrangeiros), tipo Falcão: “porque homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e...” pregador da Palavra é pregador da Palavra, sem peripécias circenses e sem engano para com os leigos.






Abrir Templos ou Abrir Mentes?

sábado, 23 de maio de 2015

LEÕES E MOMENTOS





Há momentos em que Deus livra dos leões, na cova. 
Já em outros, há a permissão Divina para o saciamento dos ferozes carnívoros! 

( Fernando José )

Ministro da Palavra ou Profissional sem palavra?




Há um terrível abismo entre ministro da pregação e profissional da pregação! Há muitos envolvidos na pregação e pouquíssimos interessados em analisar o que é pregado - a começar pelo mensageiro. Não se dá importância à mensagem em sua essência (kerigma), e constatamos o desleixe do pregador.

Em síntese, a maioria esmagadora dos "pregadores" hodiernos não se alegra em assentar-se para aprender com quem pode instruí-los. Para estes, tornar-se pregador da Palavra é alcançar um nível primevo de semideus.

Ei, pregador meia boca, acorda! Desperta...


Fernando José.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

MULHERES QUE AJUDARAM JESUS - Subsídio para lições CPAD (por Fernando José)



E as parteiras disseram a Faraó: É que as mulheres hebreias não são como as egípcias; porque são vivas (cheias de vida), e já têm dado à luz antes que a parteira venha a elas. [Êxodo 1.19] 





Existe um abismo entre o tratamento de Cristo e a prática judaica veterotestamentária (e porque não dizer, nos tempos hodiernos) concernente às mulheres... Falo aqui de Cristo - a forma de Cristo ver, destacar e ter afinidade com a fêmea, não me refiro ao modo surrupiado e solapado do cristianismo em seu comportamento quanto à dama! [Fernando José] 


Desvalorizar as mulheres: Os reformadores, os históricos, os tradicionais, os pentecostais e neo-pentecostais são unânimes nesse pensamento e nessa tarefa! Citando uma dessas inconveniências, temos John Knox falando, em um artigo, muita besteira sobre as mulheres: "são fracas, débeis, impacientes, vulneráveis e tolas; e a experiência tem demonstrado que elas são inconstantes, volúveis, cruéis e destituídas do espírito de deliberação e organização" - O primeiro clangor da trombeta contra o monstruoso regimento das mulheres (1558). [Fernando José] 


Cristo iniciou a obra mostrando o Grande Valor das Mulheres. Os homens, meros terráqueos, ainda que indiretamente, dão continuidade à essa verdade que foi demonstrada outrora. Belas são as Mulheres, Benditas são Elas... São elas os rubis da Terra, elas iluminam o mundo... Simbolizam sabedoria, prudência, riqueza, sobriedade, confiança, reverência, capacidade, amor, pureza, bondade, bençãos, enfim, são "as Mães de toda Humanidade". E, para concluir, à semelhança de Adão, quem vive sem elas? [Fernando José] 



Textos Complementares 1 

No Oriente a falta de filhos sempre foi vista como calamidade; dizia-se que a felicidade era proporcional ao numero de filhos e, de modo especial, de filhos homens. Quando chegava o primogênito masculino, a progenitora passava a chamar-se “a mãe de... e deixava de ser a filha de...”. O nascimento de uma filha não era recebido com tanta alegria por causa de sua posição subordinada. Ela representava um bem para a família só na qualidade de força de trabalho. 

http://www.comunidaderochaviva.com.br/portal/artigos-e-estudos-gam/117-a-mulher-nos-tempos-biblicos.html 



Textos Complementares 2 

De onde Jesus obtinha recursos materiais durante os três anos de sua pregação e atuação? Ele havia desistido de seu trabalho profissional como carpinteiro. Igualmente renunciou espontaneamente ao poder de prover o suprimento de suas necessidades de forma milagrosa. Além disso, ele na verdade não estava sozinho. Um caixa comum servia ao alimento e às demais necessidades do grupo itinerante. Desse caixa se retiravam também donativos para os pobres (Jo 13.29). Como, no entanto, o caixa era abastecido? A hospitalidade explica uma parte do enigma, mas não tudo. A verdadeira resposta a essa pergunta surge do trecho Lc 8.1-3, que por isso se reveste de grande importância. (...) Três aspectos fazem do presente trecho um depoimento suficiente em favor da excelência das fontes de Lucas: 1) Em favor de sua originalidade: os demais evangelistas não trazem nenhuma evidência semelhante. 2) Em favor de sua exatidão: quem teria inventado notícias tão singelas e positivas como essas, acerca dos nomes e da condição social das mulheres? 3) Em favor de sua pureza: o que estaria mais distante do anseio por milagres e da invenção de lendas do que essa descrição natural e prosaica do cuidado físico com o Senhor? (...) Dentre as muitas companheiras de viagem do Senhor e de seus discípulos, apenas três são citadas pelo nome. A primeira mencionada, Maria Madalena, fora curada de sua possessão. É a Maria chamada segundo sua terra natal Magdala ou Migdol (torre), na margem ocidental do lago de Genezaré. Lucas, o médico, relata que sete demônios haviam saído dela, o que caracterizava o auge da enfermidade. Todos os relatos dos evangelhos sobre a morte de Jesus, seu sepultamento e sua ressurreição mencionam Maria Madalena em posição destacada (Lc 24.10; Mt 27.56,61; 28.1; Mc 15.40,47; 16.1; Jo 19.25; 20.1-18). Já foi provado que é um equívoco identificá-la com a grande pecadora, como acontece freqüentemente. Joana, a mulher de Cusa, um oficial de finanças de Herodes Antipas, e Susana também devem ter estado doentes na época antes de começarem a seguir ao Senhor. A única menção às duas primeiras mulheres, por Lucas (Lc 24.10), e às mulheres da Galiléia (Lc 23.49,55-24.10; cf. Mc 15.40,47; 16.1) permite notar que elas acompanharam Jesus e seus apóstolos até na última viagem da Galiléia a Jerusalém, sustentando-os todos com seus bens. Quem eram “as outras mulheres”, sobre as quais Lucas declara no v. 3 que eram “muitas outras”? Lemos a esse respeito em Mc 15.40s: “Estavam também ali mulheres, observando de longe; entre elas, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé; as quais, quando Jesus estava na Galiléia, o acompanhavam e serviam; e, além destas, muitas outras que haviam subido com ele para Jerusalém.” Dessa passagem bíblica resulta que ao lado de Maria Madalena, citada pelo nome em Lc 8.2, faziam parte do grupo de “outras mulheres”, não citadas em Lc 8.2, Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, a mãe de João. Quanto às identidades de Tiago e João, veja no Comentário Esperança, Marcos, o exposto sobre Mc 3.13-19 (a instituição dos doze). No fato de que Jesus aceitava com toda a tranqüilidade os préstimos dessas discípulas se revelam sua humildade e sua majestade, manifestando assim também sua plena confiança na pureza e fidelidade dessas companheiras. Nessa comunhão constatamos a aurora de um novo mundo de amor que somente o Espírito de Cristo é capaz de suscitar. 

RIENECKER, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança - Curitiba, PR: Editora Evangélica Esperança, 2005. 


Textos Complementares 3 

Catarina Schutz Zell (1497-1562): 
Você me lembra que o apóstolo Paulo disse que as mulheres estejam caladas na Igreja. Eu desejo lembrar-lhe as palavras do mesmo apóstolo de que em Cristo não há mais macho nem fêmea, e a profecia de Joel: "Derramarei do meu espírito sobre toda a carne e seus filhos e suas filhas profetizarão". Não pretendo ser João Batista repreendendo os fariseus. Não alego ser Natan censurando Davi. Só aspiro ser a besta de Balaão castigando o seu senhor. 


Textos Complementares 4 

Marie Dentière (c. 1495–1561): 
Se Deus deu então a graça a algumas boas mulheres, revelando-lhes, pelas Santas Escrituras, algo santo e bom, não ousariam elas escrever, falar e declará-lo uma à outra? Ah! seria uma audácia pretender impedi-las de fazê-lo. Quanto a nós, seria muita tolice esconder o talento que Deus nos deu. 




REFERÊNCIAS: 

*http://zelmar.blogspot.com.br/2011/10/as-mulheres-na-reforma-protestante.html 
*RIENECKER, Fritz. Evangelho de Lucas: comentário Esperança - Curitiba, PR: Editora Evangélica Esperança, 2005.
*http://oinconformista10.blogspot.com.br/

quarta-feira, 6 de maio de 2015

MINISTRAR

Os ministros (Pastor, Evangelista, Apóstolo, Bispo, Avatar, Matrix) também são chamados a servir pois, ministrar (diakonia) tem a ver com serviço e não com função eclesiástica. Ministrar é servir, e disso muitos têm esquecido, estão confundindo ministério com sobreposição em relação aos demais. O ministro serve ao leigo!

Por Fernando José

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sábado, 4 de abril de 2015

O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS - Subsídio para lições CPAD (por Fernando José)





SOBRE OS FATOS QUE ENVOLVERAM O LIVRO

Conhecimento, certeza e informação foram itens que levaram Lucas a escrever o seu relato. Já havia outros livros (leia-se ‘evangelho’), outros relatos já estavam na praça. Logo, o doutor deveria procurar autenticidade, tendo bom resultado, pois logrou êxito em seu intento. A forma inteligente do relato e o bom desenvolvimento do texto, usando a forma culta e clássica helenística faz uma leitura bem polida dos acontecimentos. Diante das inúmeras tentativas, Lucas sobressaiu às demais tentativas sendo aceito e reconhecido no cânon neotestamentário, obtendo status de apostolicidade e autenticidade.

A composição do Evangelho de Lucas provém de um método que consta de:

- verificação,
- pesquisa,
- enxame,
- análise,
- ordem,
- aprofundamento,
- entrevistas que envolveram testemunhas - pessoas que seguiram de perto, que tinham familiaridade com os eventos,
- busca de transmissão dos primeiros pregadores da Palavra.

Em suma: obtendo informações, inclusive dos apóstolos, Lucas acabou por fazer, segundo o Reverendo Augustus Nicodemus, “um trabalho de detetive”.

Lucas relata os acontecimentos para o nobre Teófilo a fim de promover instrução, conhecimento perfeito e integração para viver o cristianismo de forma inteligente – provavelmente Teófilo era um novo convertido.



‘SALVAÇÃO’ NA OBRA DE LUCAS

Abaixo, citações que indicam a dimensão da SALVAÇÃO no Evangelho de Lucas:

Lucas 1
76 - E você, menino, será chamado profeta do Altíssimo, pois irá adiante do Senhor, para lhe preparar o caminho,
77 - para dar ao seu povo o conhecimento da salvação, mediante o perdão dos seus pecados,

Lucas 2
11 - Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
14 - "Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor".
30 - Pois os meus olhos já viram a tua salvação,
32 - luz para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo".

Lucas 3
23 Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era considerado filho de José,

Lucas 10
O bom samaritano
25 - Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: "Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?"
26 - "O que está escrito na Lei?", respondeu Jesus. "Como você a lê?"
27 - Ele respondeu: " 'Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento' e 'Ame o seu próximo como a si mesmo'".
28 - Disse Jesus: "Você respondeu corretamente. Faça isso e viverá".
29 -Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: "E quem é o meu próximo?"
30 - Em resposta, disse Jesus: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto.
31 - Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado.
32 - E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.
33 - Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele.
34 - Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.
35 - No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: 'Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'.
36 - "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?"
37 - "Aquele que teve misericórdia dele", respondeu o perito na lei. Jesus lhe disse: "Vá e faça o mesmo".

Lucas 17
A cura de dez leprosos
11 - A caminho de Jerusalém, Jesus passou pela divisa entre Samaria e Galiléia.
12 - Ao entrar num povoado, dez leprosos dirigiram-se a ele. Ficaram a certa distância
13 - e gritaram em alta voz: "Jesus, Mestre, tem piedade de nós!"
14 - Ao vê-los, ele disse: "Vão mostrar-se aos sacerdotes". Enquanto eles iam, foram purificados.
15 - Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz.
16 - Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano.
17 - Jesus perguntou: "Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove?
18 - Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?”
19 - Então ele lhe disse: "Levante-se e vá; a sua fé o salvou".


Lucas 19
9 - Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão.
10 - Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido".

Lucas 24
44 - E disse-lhes: "Foi isso que eu falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos".
45 - Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras.
46 - E lhes disse: "Está escrito que o Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia,
47 - e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.


Por Fernando José.


Texto Complementar

O autor era um gentio convertido, possivelmente da igreja de Antioquia, onde Paulo serviu com Barnabé no começo do seu ministério (Atos 11:25, 26). O escritor juntou-se-lhe mais tarde em Troas, conforme indica o uso que faz do pronome "nós" (Atos 16:10), acompanhou-o até Filipos, e presumivelmente permaneceu lá enquanto Paulo visitava Jerusalém Quando Paulo retornou a Filipos, Lucas voltou com ele a Jerusalém (Atos 20:5 – 21:15), onde Paulo foi preso e colocado sob custódia protetora. No final da prisão de Paulo em Cesaréia, Lucas o acompanhou a Roma (Atos 27:1 – 28:15). Paulo menciona Lucas três vezes em suas epístolas, chamando-o de "médico amado" (Cl. 4:14; Fm. 24), e indicando mais tarde que foi o último amigo que permaneceu com ele na sua segunda prisão (II Tm. 4:11). A declaração de Paulo que Lucas era médico está corroborada pela linguagem que Lucas usa e pelo interesse que demonstra pelas enfermidades e a cura. Um notável exemplo dessa inclinação aparece na diferença entre a sua narrativa e a de Marcos referente à mulher que tinha uma hemorragia (Lc. 8:43; Mc. 5:26). Ele diagnostica o caso da mulher como incurável, enquanto Marcos enfatiza a incapacidade dos médicos.

(...)

Esses aspectos singulares ele os deve ter obtido de testemunhas oculares, pois ele não esteve pessoalmente presente nos acontecimentos que descreve. Na sua introdução ele declara que foi assim (Lc. 1:2) e mais adiante no Evangelho menciona pessoas das quais poderia ter obtido informações. Maria, a mãe de Jesus, pode ter fornecido o conteúdo dos dois primeiros capítulos; Maria Madalena, Joana, a esposa de Cuza (mordomo de Herodes), e outras mulheres (8:3) poderiam ter-lhe fornecido muitas reminiscências pessoais. Se Lucas viajou pela Palestina durante a prisão de Paulo em Cesaréia, poderia ter entrevistado inúmeras pessoas que se lembrariam de terem ouvido Jesus pregando e ensinando. Das pregações de Paulo e dos outros apóstolos que ele ouviu, poderia ter extraído grande parte das aplicações doutrinárias que aparecem tanto no Evangelho como no livro de Atos.

(...)

Resumo da Mensagem. A mensagem do Evangelho de Lucas pode ser resumida nas palavras de Jesus a Zaqueu, conforme Lucas as registra: "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (19:10). O caráter e propósito de Jesus como Salvador é o tema principal deste livro. As atividades e os ensinamentos de Jesus em Lucas são focalizados no ato de tirar os homens dos seus pecados e de trazê-los de volta à vida e à esperança. Os milagres, as parábolas, os ensinamentos e as atitudes de Jesus exemplificam seu poder e vontade redentores. O conceito de Jesus como Filho do homem enfatiza a sua humanidade e a sua compaixão sentida por todos os homens. Ele tinha de ser a "Luz para alumiar as nações, e para glória de. . . Israel" (2:32). Lucas escreve como cristão gentio, com profunda apreciação pela revelação de Deus através do povo hebreu, revelando contudo uma grande simpatia por aqueles que não foram incluídos no primeiro convênio da Lei. Seu Evangelho é verdadeiramente universal no campo de ação.

Lucas (Comentário Bíblico Moody).



Referências bibliográficas:

Bíblia Online – Disponível em http://www.bibliaon.com/ - Acessado em 04/04/2015.
Lucas (Comentário Bíblico Moody).
Sermão: Lucas – porque podemos acreditar na Bíblia? Reverendo Augustus Nicodemus. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=CKVTWelt-TQ - Acessado em 30/03/2015.



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sexta-feira, 20 de março de 2015

Tô cagando pra "Babilônia" [Fernando José]



por Fernando José



Tô cagando pra "Babilônia" 

A priori, deixo 3 (três) considerações:

1. Há diferença entre novela e telenovela - a última é o ópio do povo brasileiro.
2. Gosto de algumas novelas e não estou nem aí pra telenovela, o que sei da que está em questão vêm da(s) mídia(s).
3. Fiz um pacto comigo mesmo de não assisti a Plim-Plim, em tendo a oportunidade de ter canal fechado - o que se aproveita dela é pouca coisa: Jornal pela manhã, um pouco de encontro no meio da manhã, um gordo bem-falante na madrugada, reportagens às sextas a partir das 22h e alguma coisa boa nos sábados quando as horas ficam altas... Encerra-se por aí. 

P.S.: As concorrentes da Plim-Plim estão solapadas também, caminhando para um destino pior ainda - principalmente a do cara do bispado.

Enquanto os líderes eclesiásticos conclamam o povo a não assistir, as respectivas famílias assistem em casa... E muitos outros crentes poderosos criticam a telenovela agora porque estão na ativa espiritual... na hora que alguém olhar com a cara feia para estes ou "maltratá-los dentro da igreja", aí viram gatinhos mimosos de sofá na frente da TV assistindo BABYLON SISTEM, até que o vento passe e a tempestade se acalme no ministério ou mergulhem no mundão de vez. Não dou ibope, tô cagando pra Babilônia... As velhinhas tão se assumindo, deixa elas saírem do armário... E que tal se fizéssemos uma NOVELA GOSPEL? Aí que ia dar em merda! Perdemos e continuamente perdemos o foco. Um filme que assisti: O Que Esperar Quando Você Está Esperando? Vai esperar o que da mídia secular - principalmente brasileira? Flores? Abraços? Beijos? Sim, beijos, muitos beijos... Os crentes já tem seus próprios embaraços, não aguentam o próprio fardo e ainda querem se meter em coisas alheias.... São que nem Pink e Cérebro: Vamos dominar o mundo! Dominar sem equilíbrio, sem inteligência, sem tolerância, sem amizade, sem amor (ou melhor, com um frio amor - que não sei em que época da História irá ser aquecido). 
Lançaremos filmes, sim, lançaremos... Nosso primeiro longa: Telhados de Vidro. 
Estejamos atentos: O julgamento começa pela casa de Deus, disse o Mc Pedro. 

por Fernando José.

E pra complementar, fiquem com Tribo de Jah: 


                      

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O Terceiro Mandamento






“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.” 
Êxodo 20:7


É imprescindível o cuidado que devemos tomar quanto ao uso do Nome de Deus, é preciso ter um propósito para citá-lo. Honrar o Nome, sem piadas – atitude que já virou rotina, sem brincadeiras; não usá-lo de forma vã para amaldiçoar ou para obter lucros é o nosso dever. Leviandade, falsidade, perjúrio e blasfêmia não combinam com o uso do Nome de Deus. É preciso honrá-lo pelo que é, pelos seus feitos, representação e manifestação a ser humano.
A formação do Nome de Deus e o que esse Nome carrega em seu bojo é digno de reverência, pois ele é Senhor, Pastor, Rei da Glória, Senhor, O que começa as coisas, Zeloso, Sábio, Poderoso, Misericordioso, Eterno, Rocha, Refúgio, Criador, Protetor, Santo, Libertador,  Reto, Juiz, Provedor, Tremendo, Pacífico, Bandeira, Justo, Imanente, Transcendente... Diante do exposto, bendiremos, louvaremos e glorificaremos Àquele que deve ter o Nome santificado, seja com as nossas palavras, obras, em conversas comuns, etc. através desse Nome amaremos, confiaremos, temeremos, cumpriremos nossos deveres tendo cuidado com a língua que bendiz ao Senhor:
"... a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia. A língua também é um fogo; como mundo de iniquidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno. Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana; Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.” Tiago 3:5-9

Com a Palavra, sobre o Nome de Deus, a Bíblia:
Deus é muito formidável na assembleia dos santos, e para ser reverenciado por todos os que o cercam. Salmos 89:7
Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Salmos 103:1
Fez com que as suas maravilhas fossem lembradas; piedoso e misericordioso é o Senhor. Salmos 111:4

Por Fernando José


Textos Complementares 1
A Penalidade! Êxodo 20:7
Toda lei carrega uma penalidade para aquele que a desobedece. Este mandamento traz consigo um aviso específico. Sem dúvida isto é mencionado devido a tendência insolente do homem pensar a respeito deste pecado. A maioria nem sequer reconhece este pecado. Eles pensam que a adoração falsa ou formal é boa. Mesmo aqueles que xingam e praguejam, defendem esta prática como sendo! Somente palavras? (Mateus 12:36-37). Lembre-se que mesmo na sociedade o homem pode ser processado por calúnia ou por infringir direitos autorais. Muitos vão à justiça por algo dito a respeito deles ou da sua família. Os juízes penalizam aqueles que faltam com o devido respeito ao tribunal. Quanto mais culpados serão os homens por abusar ou fizer mal uso do nome de Deus ou faltar com a devida reverência para com Sua Palavra ou pessoa.

Textos Complementares 2

“Os pecados proibidos no terceiro mandamento são: o não usar o nome de Deus como nos é exigido ( Ml 2. 2), e o abuso dele por uma ignorante ( At 17. 23), vã, irreverente ( Pv 30. 9), profana ( Ml 1. 6,7,12), supersticiosa ( Jr 7. 4; Cl 2. 20,22) ou ímpia menção ou outro modo de usar os títulos, atributos ( Ex 5. 2¸Sl 139. 20), ordenanças ( Sl 50. 16), ou obras de Deus ( Is 5. 12); a blasfêmia ( II Rs 19. 22; Lv 24. 11); o *perjúrio ( Zc 5. 4), votos e sortes ímpias ( Rm 12. 14; I Sm 17. 43; II Sm 16. 5); a violação dos nossos juramentos ( Jr 5. 7; Jr 23. 10) e votos ( Dt 23. 18; At 23. 12), quando lícitos ( Et 3. 7; Et 9. 24; Sl 24. 4; Ez 17. 19), e o cumprimento deles, se por coisa ilícita (Mc 6. 26; I Sm 25. 22, 32-34); a murmuração e as queixas ( Rm 9. 14,19,20) contra os decretos e providências de Deus, a pesquisa curiosa ( De 29. 29) e má aplicação das ordenanças ( Rm 3. 5,7) e providência de Deus ( Sl 73. 5,7); a má interpretação ( Mt 5. 21-48), a má aplicação ( Ez 13. 22) ou qualquer perversão da Palavra, ou de qualquer parte dela ( II Pe 3. 16; Mt 22. 29); as zombarias profanas ( Ef 5. 4), questões curiosas e sem proveito, as vãs contendas de palavras, ou a defesa de doutrinas falsas ( I Tm 6. 4,5,20; II Tm 2. 14; Tt 3. 9); o abuso da Palavra, das criaturas, ou de qualquer coisa compreendida sob o nome de Deus, para encantamentos ( Dt 18. 10.11) ou *concupiscências, e práticas pecaminosas ( II Tm 4. 3,4; Jd 4; Rm 13. 13,14; I Rs 21. 9,10); a maledicência ( At 13. 45), desprezo ( II Pe 3. 3; Sl 1. 1), *vituperação ( I Pe 4. 4), ou qualquer oposição à verdade, graça e caminhos de Deus ( At 13. 50; At 4. 16, At 19. 9; I Ts 2. 16; Hb 10. 29), a profissão religiosa por hipocrisia ou para fins sinistros ( II Tm 3. 5; Mt 23. 14; Mt 6. 1-3.5,16); o ter vergonha da religião ( Mc 8. 38) ou o ser uma vergonha para ela, por uma conduta inconveniente ( Sl 73. 14,15), imprudente ( Ef 5. 15,17; I Co 6. 5,6), infrutífera ( Is 5. 4; II Pe 1. 8,9) e ofensiva ( Rm 2. 23,34), ou por hipocrisia ( Gl 3. 1,3; Hb 6. 6).”
Catecismo Maior de Westminster – Via www.esbocandoideias.com

Textos Complementares 3
Depende inseparavelmente da nossa vida e da nossa oração que o seu nome seja santificado entre as nações: «Pedimos a Deus que o seu nome seja santificado, porque é pela santidade que Ele salva e santifica toda a criação. [...] Este é o nome que dá a salvação ao mundo perdido. Mas nós pedimos que este nome de Deus seja santificado em nós pela nossa actuação. Porque se nós agirmos bem, o nome de Deus é bendito; mas é blasfemado se agirmos mal. Escuta o que diz o Apóstolo: "O nome de Deus é blasfemado entre as nações, por causa de vós" (Rm 2, 24) 72. Nós, portanto, pedimos para merecermos ter nos nossos costumes tanta santidade, quanto é santo o nome de Deus»).
«Quando dizemos: "Santificado seja o vosso nome", pedimos que ele seja santificado em nós que estamos n'Ele, mas também nos outros, por quem a graça de Deus ainda está à espera, para nos conformarmos com o preceito que nos obriga a orar por todos, mesmo pelos nossos inimigos. É por isso que nós não dizemos expressamente: santificado seja o vosso nome "em nós", porque pedimos que o seja em todos os homens».
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, 2814.

Textos Complementares 4
A blasfêmia opõe-se diretamente ao segundo mandamento. Consiste em proferir contra Deus – interior ou exteriormente – palavras de ódio, de censura, de desafio; dizer mal de Deus; faltar-Lhe ao respeito nas conversas; abusar do nome d'Ele. São Tiago reprova aqueles «que blasfemam o bom nome [de Jesus] que sobre eles foi invocado» (Tg 2, 7). A proibição da blasfêmia estende-se às palavras contra a Igreja de Cristo, contra os santos, contra as coisas sagradas. É também blasfematório recorrer ao nome de Deus para justificar práticas criminosas, reduzir povos à escravidão, torturar ou condenar à morte. O abuso do nome de Deus para cometer um crime provoca a rejeição da religião. A blasfêmia é contrária ao respeito devido a Deus e ao seu santo nome. É, em si mesma, pecado grave.
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, 2148.

Textos Complementares 5
O segundo mandamento proíbe jurar falso. Fazer um juramento, ou jurar, é tomar a Deus como testemunha do que se afirma. É invocar a veracidade divina como garantia da própria veracidade. O juramento compromete o nome do Senhor. «Ao Senhor, teu Deus, adorarás, a Ele servirás e pelo seu nome jurarás» (Dt 6, 13).
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, 2850.

Textos Complementares 6
O terceiro mandamento é “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”. Que, a. Requer o uso santo e reverente do nome de Deus, de seus títulos, perfeições e atributos, quer por palavras ou obras e até mesmo em conversa comum e, especialmente, no culto religioso. Também exige que se deva andar segundo a santidade do Seu nome e invocá- lo sempre com ações de graça (Sl 111:9; Sl 89:7;. Mq 4:5;. Rm 10:12;. Sl 103:1);
GILL, John. Resumo dos Dez Mandamentos - projetocasteloforte.com.br




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O segundo Mandamento




Vemos em Êxodo 20 a apresentação dos mandamentos que tem o intuito de mostrar o caminho que trará uma vida liberta das algemas do pecado que, na linguagem comum, é equivalente a "errar" ou não atingir um alvo...
Paralelo ao 1° mandamento, o segundo está no âmbito da Adoração. Quanto a esse tema, John Gill esclarece:

Requer que seja espiritual, adequado à natureza de Deus, sem qualquer imaginação carnal, ou representações externas da glória Dele (João 4:23, 24;. Fp 3:3). As partes do culto divino são: oração, louvor, pregação, audição da palavra e administração das ordenanças. Isso deve ser observado tal como foram entregues, ou seja, sem qualquer adição, corrupção e alteração deles (Dt 4:2; 1 Coríntios 11:2);
GILL, John. Resumo dos Dez Mandamentos.

Quanto às proibições contidas nesse mandamento, Gill comenta:

Proíbe toda superstição, adoração e tradições humanas, preceitos e mandamentos dos homens e proíbe qualquer coisa para a adoração de Deus que ele não ordenou, (Isaías 29:13, Mateus 15:8; Cl 2:20- 23) tais como: imagens, figuras e representações do Ser divino, e de qualquer uma das pessoas da divindade. De fato proíbe a imagem de qualquer criatura do céu, da terra ou do mar a fim de ser adorado ou utilizado para esse propósito (Dt 4:15-18, Atos 17:29; Rom 1:23). A proibição não é apenas para imagens de divindades pagãs, que eram para ser quebradas e queimadas, mas as de Cristo crucificado, da Virgem Maria, dos anjos e dos santos que já partiram e que são adorados pelos papistas (Dt 7:5; Ap 19:20). Nem todas as imagens, pinturas e esculturas são proibidas pelo mandamento, mas apenas aquelas utiliza8 www. p r o j e t o c a s t e l o f o r t e . c o m . b r das e feitas para o culto divino. As que são feitas para enfeite, para o uso da história ou para perpetuar a posteridade e a memória de homens e suas ações não devem ser proibidas, uma vez que havia imagens de coisas, de leões, bois e querubins no tabernáculo e no templo por ordem expressa de Deus (Ex. 25:18; 1 Rs 6:32, 7: 29).

GILL, John. Resumo dos Dez Mandamentos. Projeto Castelo Forte.

Enquanto Êxodo 20 destaca os 10 Mandamentos assim:

1 - Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.
2 - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
3 - Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
4 - Lembra-te do dia do sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
5 - Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
6 - Não matarás.
7 - Não adulterarás.
8 - Não furtarás.
9 - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10 - Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

A Igreja Católica resume-os assim:

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.                                                                                                      
2º - Não usar o Santo Nome de Deus em vão.                                                                 3º - Santificar domingo e festas de guarda.                                                                     4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).                                               5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo)                                                                                 
6º - Não adulterarás 
7º - Não furtarás                                                                                              
 8º - Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo).                                                             
9º - Não desejarás a mulher do próximo                                                                         10º- Não roubar do teu próximo

Observe que na apresentação Católica há a “abolição” do Segundo Mandamento que é compensada com a divisão do décimo mandamento em dois.

Por Fernando José.

Textos Complementares 1

Os motivos que induzem a obedecer a esta ordem são tomadas a partir de Deus que, sendo zeloso, não dá sua glória a nenhum outro, nem o seu louvor às imagens de escultura. Sua punição é severa contra os que fazem tais coisas, castigando até mesmo a posteridade deles que trilhará os seus passos; mas o amor e a misericórdia serão para com aqueles que observam o preceito (Isaías 42:8; Dt 32:21, 04:23, 24; 1 Reis 19:18).
GILL, John. Resumo dos Dez Mandamentos. Projeto Castelo Forte

Textos Complementares 2

Proíbe fabricar ídolos, para que o povo não seja tentado a servir a deuses falsos: é impossível representar o verdadeiro Deus com imagens ou ideias, que correm sempre o perigo de serem manipuladoras.
Comentário em Êxodo 20, vv. 3-6, no rodapé da Bíblia Sagrada – Ed. Pastoral.