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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Desintoxicação Evangélica Institucional




Desintoxicação Evangélica Institucional
Por Fernando José


É disso que precisamos: ‘Desintoxicação Evangélica Institucional’. Precisamos passar a fase do alucinógeno, daquilo que nos envenena. É preciso superar essa fase excitante da entorpecência gospel nacional.  Atualmente, no cenário cristão protestante, se faz necessário entender:

1)   Que a denominação, o templo, a convenção e outros afins, são apenas ínfimos itens que não estão em pé de igualdade com o organismo vivo (Igreja de Cristo).

2)   Que o verdadeiro adorador não está nos limites da localização, nem da nossa tradição.

3)   Que a vitória, que tem “Sabor de Mel”, deve ser compartilhada, e não exibida como troféu diante dos ‘incrédulos’, ‘murmuradores’, etc.

4)   Que a nossa posição atual não é de bom samaritano, nem de estrangeiro de fé e devoção, mas de advogados e doutores insensíveis que vivem perturbando aquilo que é de Cristo.

5)   Que esse crescimento desordenado de denominações evangélicas e o achar que “a minha placa é melhor que a do fulano” fazem parte de um comportamento complementar daquelas brigas adquiridas, vivenciadas e aplaudidas pelos discípulos do pré-pentecostes.

6)   Que estamos mais parecidos com aquele louco do celeiro abundante do que com um discípulo de Cristo em amor e atitudes.

7)    Que a nossa estratégia de ganhadores de bolso e de carteira (digo, de almas) leva-nos, de forma contínua, a um abismo profundo.

8)   Que devemos ouvir as pedras que clamam (os profetas estrangeiros), tipo Falcão: “porque homem é homem, menino é menino, macaco é macaco e...” pregador da Palavra é pregador da Palavra, sem peripécias circenses e sem engano para com os leigos.






Abrir Templos ou Abrir Mentes?

terça-feira, 29 de outubro de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Quando Avivamos...




Avivamento: Polissílabo. Várias sílabas que não são sinônimos de “Bicho de (7) sete cabeças” ou, algo parecido com aqueles monstros lendários e marinhos da época das Grandes Navegações. Avivamento vem de Deus para os homens de boa vontade; com vontade de buscar, de verem as coisas ordenadas/ organizadas.
Quando avivamos têm-se em relevo a identidade cristã, não ficamos à parte das coisas, e sim, à par. Quando avivamos damos importância ao LIVRO, não desprezamos o conhecimento, nos preocupamos com o que se passa no mundo, como disse John Wesley: “a Bíblia em uma mão, e o jornal na outra”. Quando avivamos temos opinião, sabemos o porquê das coisas. Se avivarmos palavras como DESRESPEITO, INUTILIDADE, DESVALORIZAÇÃO, DESMERECIMENTO, BAIXA ESTIMA, DESATENÇÃO, estarão excluídas do nosso dicionário.
O Avivamento emana de Deus para seu povo, i. e., o povo ouve a palavra Dele (Habacuque 3. 2), pede, clama, alcança (de forma genuína) e cuida para que tenha continuidade. Avivados em Deus, renovados em Deus, tendo como centro a presença de Deus!


Contei com o auxílio bibliográfico de: REVISTA DE JOVENS E ADULTOS. Ed. Betel – 1° Trimestre 2013


Por Fernando José

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

POLÍTICA


                 

                          

NOS PERÍODOS QUE ANTECEDE E SUCEDEM ÀS CAMPANHAS ELEITORAIS O PROCEDER DOS CRISTÃOS É: “LOUVAR A DEUS COM INTELIGÊNCIA”. É UM TAL DE “EU SOU DOS 3” PRA CÁ, ”EU SOU DOS 3” PRA LÁ, E POR AÍ VAI. NO PERÍODO ELEITORAL AS IGREJAS (ORGANIZAÇÕES) MUDAM: ESQUECEM “OS TRÊS” E AGORA É 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 19, 20, 22, 23, 25, 27, 40, 44, 45 E ASSIM POR DIANTE.    
                         
NA VERDADE, NESSE MOMENTO ESSAS ORGANIZAÇÕES ESTÃO MAIS PARA MARTINHO DA VILA DO QUE PRA OUTRA COISA: 

Na minha casa
Todo mundo é bamba
Todo mundo bebe
Todo mundo samba...

MAIS DO QUE NUNCA “NESSES TEMPOS” DEVERÍAMOS (OS CRENTES PRINCIPALMENTE) ENTENDER “O QUE É POLÍTICA”. E O RUI BARBOSA DEIXARIA PARA NÓS UM CONSELHO MAIS OU MENOS ASSIM:


A política afina o espírito humano, educa os povos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento. Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, entre nós se deu a alcunha de politicagem. 

Por Fernando José 




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