terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Não Curto o Natal...



Não Curto o Natal...

Não curto o Natal Capitalista que tem por objeto o dinheiro. Não curto o Natal que tem como símbolo principal um velho desconhecido, que toma o lugar do Deus que nasceu...
Há mais de uma década vi nos livros que o nosso Natal, pelo menos o Ocidental, é uma data imposta pelo papismo, uns seis séculos após o evento – o Nascimento de Cristo. A partir daí, deixei, em parte, de celebrar. A descoberta fez com que parte da  festa ficasse sem essência, sem sentido.
Não curto o Natal da Bondade Mensal (só em dezembro). Prefiro a bondade natalina de toda uma vida, ou pelo menos em boa parte dela. Não curto o Natal Hipócrita que é realizado nas empresas, na mídia, na política, no comércio e, quem diria, nas igrejas. É como se tirássemos o dízimo anual: brigamos, açoitamos, espancamo-nos, bajulamos, prejudicamos e maldizemos durante 11 (onze) meses e, no último, vivemos o Natal Carnavalesco, cada um com sua máscara; é o Natal do Confete, das pinturas, da festa mal festejada.
Mas, há uns poucos elementos nessas festas natalinas que produzem grandes resultados:
1)A oportunidade de alertar a humanidade quanto ao nascimento do Rei e Deus forte:  Cristo, o Príncipe da Paz! Na época do Natal, a influência dos Evangelhos, ou a manifestação Cristocêntrica, torna-se mais forte. O hesterno é hodierno. Sentimos uma porção da dimensão natalina do Cristo; há um quebrantamento nos corações. É a oportunidade de ouvir, mais uma vez, que o Cristo nasceu e, de forma contínua, nasce em nossas vidas.
2)É o momento família; a família que é uma Instituição Divina e que, se estiver em decadência, não haverá remendos substutivos seja político, social, cultural, medicinal e outros ‘AL’.
Já que o ‘nosso Natal’ tem várias faces. Porque não aproveitar a melhor parte. Enquanto isso... Continuo afirmando: “- Não curto o Natal...”, apenas pego o que tem de bom do lado bom!

Por Fernando José.



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